segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Foi emocionante...


O Espetáculo de luz, de cor e de som da abertura de Guimarães Capital Europeia da Cultura.
Estar no meio do povo e sentir os seus odores e emoções foi emocionante.
Os momentos altos para mim foi o soar unissono dos tambores dos nicolinos e quando com orgulho os vimaranenses cantaram o hino da sua cidade - o Berço da Nação.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Guimarães Capital Europeia da Cultura


A Guimarães eu vou... este fim-de-semana ver o espetáculo no Toural.
Deve ser algo digno de se ver, só estou um pouco assustada porque detesto grandes confusões e provavelmente vai ser um mar de gente mas um dia não são dias e vou fazer um esforço.
Além disso tenho convidados este fim-de-semana lá em casa e terei de preparar tudo para recebe-los condignamente.
E assim vai-se tentando aproveitar a vida nos intervalos de turnos de 12 h cansativos e esgotantes onde ter tempo para comer é um privilégio e correr é o meu dia a dia.

Um abraço

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

O Sol voltou a brilhar



O meu sol está a recuperar aos bocadinhos mas já voltou a sorrir, a comer, a respirar e a dormir, ... ele voltou para mim em todo o seu esplendor tal e qual como eu o conheço. Apesar das circunstancias têm sido dias bons estes passados ao seu lado cuidando dele e dando-lhe muitos miminhos... e é nestes momentos que é tão fácil ser feliz com as coisas simples da vida como a simples presença de um com o outro...

domingo, 8 de janeiro de 2012

Com o coração apertado


O Sol foi operado ao nariz e têm sido dias muito duros estes em que ele não consegue respirar pelo nariz e a mim a vê-lo assim naquele sufoco.
Esperemos que tudo passe depressa, que tenha valido a pena e que não fiquem sequelas.
É nestes momentos que desejamos a saúde e a paz com toda a força das nossas vidas pois sem isto tudo o resto não é possivel.

Um abraço angustiado

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Feliz Natal


Desejo a todos os que nos acompanham e aos visitantes esporádicos um Feliz Natal.
Que no novo ano que se aproxima Este Menino possa verdadeiramente Nascer em nós e de nós.

Um abraço

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Incursões pela feira


Nas minhas desesperadas tentativas de evitar ficar em casa fechada sozinha tenho ido todas as segunda-feiras à feira da Vila.
Um hábito saudável que me faz por a pé cedo, ir a pé e voltar cheia de sacos a fazer musculação e equilibrismo.

A Vila ganha nova vida, ganha o bulicio de uma grande cidade com um "je ne se quoi" de pitoresco e tipicamente Português.
As feiras deveriam ser também um símbolo nacional tão importante como o fado porque como dizia um cartaz de "Guimarães capital Europeia da Cultura" que vi há dias "A cultura somos nós" são as gentes, são o povo. Em cada Feira está um pouco da alma do nosso povo.
Lá se vende um pouco de tudo, desde galinhas vivas e ovos caseiros e discos do Tony Carreia e do nosso sucesso Nortenho o Zé Amaro (um ilustre desconhecido para mim)mas segundo o senhor da barraquinha das cassetes (sim ainda há cassetes!!!) é o último grito nacional.

Gosto de ver aquelas velhinhas equilibradas nos seus banquinhos de armar cada qual com meia dúzia de sacas velas no chão há sua frente vendendo o pouco ou o muito que a terra lhes deu e lhes permite vender, um ramo de alho francês, um punhado de tangerinas, umas batatas roliças e uma galinha velha. Simpáticas nos dizem "Hoje não quer nada menina?" "Prove as minhas tangerinas, são doces como mel, só leva se provar e gostar". E dá vontade de comprar uma saca a cada uma daquelas velhinhas e dar-lhes um beijinho por estarem ali com seu sorriso faça chuva ou faça sol a alegrar o dia dos transuentes.

Gosto de ouvir as ciganas berrando e ensinando os filhos criados na feira a alma do negócio, saber berrar bem e atrair a cientela "Venha ver, venha ver a cigana está a dar, camisolas a 5 Euros"; "Venha ver freguesa venha ver que ver não tira e pode apalpar que a cigana não rallha"; "Venha ver o artigo da cigana, 100% Português, 100% nacional"; "O que é nacional é bom, venha comprar sem medo que aqui não há nada chinês, é produto de qualidade"; "Venha comprar duas cuequinhas 1 euro para agradar o marido, o amante, ou o padre"; "Oh freguesa venha ver a meia, tem com pelinho e sem pelinho para todos os gostos". E eu vos desfiando cada tenda com um olhar atento e rindo destes pregões originais e genuínos.

Gosto de percorrer as barraquinhas e ver as novidades, as pechinchas e fazer alguns negócios que são bem Portugueses mas mais parecem da China. Trazendo sempre um saco cheia até onde a nota de 10 euros render e quando acaba volta-se para casa um peso consideravel nas mãos mas uma alma bem mais leve e um pouco mais feliz.

Conversas filosóficas sobre temas comuns


Um hábito muito nosso, muito castiço e muito saudável é incorrermos em discursos filosóficos acerca de tudo e de nada, acerca do que existe e do que não existe, mas os nossos temas predilectos são as banalidades, os temas comuns onde chegamos a conclusões muito giras e acabamos invariavelmente a rir de nós mesmos e das leis a que chegamos.

Somos talvez parvos, mas somos muito Felizes...